Fale Conosco
17 3016-5195
14 3208-2525

Notícias » Cresce a demanda de Consórcio Imobiliário para empresas

Cresce a demanda de Consórcio Imobiliário para empresas

Em meio à crise, empresas que não se reinventam e não entendem a importância de um bom planejamento, certamente não tem vida longa. Pode parecer uma triste realidade, mas é ainda melhor encarar como uma boa oportunidade. Não por acaso, a recente aposta de pessoas e empresas no planejamento fez crescer a venda de consórcios, fruto da consciência ao deixar de lado o senso de urgência para adquirir bens com as melhores vantagens financeiras.

Diante deste cenário, os números mostram que o consórcio imobiliário ganhou força não somente entre clientes Pessoa Física, como também entre as empresas. Segundo os últimos números da Associação Brasileira das Administradoras de Consórcios (ABAC), quase 10% da carteira total já são representados por Pessoas Jurídicas.

Em número gerais, só no primeiro trimestre deste ano houve um aumento de 8% na venda de novas cotas de consórcios imobiliários em relação ao mesmo período de 2017, passando de 51,4 mil para 55,5 mil cotas comercializadas. Já no volume de créditos disponibilizados na mesma base de comparação, por sua vez, o aumento foi de 10,3%, de R$ 6,8 bilhões no ano passado para R$ 7,5 bilhões em 2018.

Fazem parte desta estatística, principalmente, empresários que apostaram no consórcio como planejamento do imóvel próprio para empreendimentos como escritórios de advocacia, escolas e pequenas clínicas e hospitais.  Além dos prazos serem maiores, outro atrativo bastante importante do produto são as taxas, consideravelmente mais baratas do que as praticadas em financiamentos.

Outro fator que tem elevado a busca pelo consórcio imobiliário, segundo os especialistas, é a compra das cotas como uma forma de investimento, tanto para diversificação de fontes de renda como uma alternativa mais barata à previdência privada.

De acordo com o presidente da ABAC, Paulo Roberto Rossi, as expectativas nesse cenário, portanto, são promissoras. “A possibilidade de deixar o dinheiro aplicado após contemplado ou de ter reajustes baseados em índices de construção quando ainda consorciado, por exemplo, têm feito o produto se destacar como investimento. E essa é também uma tendência para este ano”, explica.

Fonte: Novva Comunicação